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Organização Mundial da Saúde (OMS), terapia floral e paliativos


Em 1983, a Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio de seu consultor Dr. H. A. W. Forbes, deu um parecer positivo sobre as essências florais no seu livro "Tradicional Medicine and Health Care Coverage". Segundo o Dr. H. A. W. Forbes, Consultor da OMS para assuntos relacionados à medicina tradicional:

“Os remédios florais parecem trabalhar segundo o mesmo princípio da homeopatia – eles transmitem um padrão de energia. Eu próprio, na minha prática médica tenho usado as essências florais de maneira crescente durante os últimos 17 anos… Cada remédio floral trata uma determinada pessoa e uma condição particular. O uso de todos estes remédios (essências florais) está amplamente distribuído pelo mundo numa pequena escala. São excelentes para o autocuidado, sendo totalmente sem efeitos colaterais e não oferecem perigo caso um remédio errado seja indicado.”

A terapia floral é fundamentada no trabalho de Dr. Edward Bach, médico inglês, que na década de 1930 percebeu que o que determina muitas doenças são estados mentais e emocionais em desequilíbrio.

Uma das premissas desta terapêutica é a participação ativa do indivíduo em seu processo de promoção e recuperação da saúde, por meio de uma abordagem onde ele é convidado a buscar em si mesmo aqueles sentimentos que podem estar causando o desequilíbrio e, consequentemente, as doenças. Desse modo, a terapia floral promove no indivíduo a responsabilidade pela sua saúde, por meio do autoconhecimento e do autodesenvolvimento.

Outro pilar que sustenta essa terapêutica é a sua característica de tratar a pessoa e não a doença, a causa e não o efeito, o todo e não as partes, num processo que prioriza a promoção e a recuperação da saúde e que contempla o ser humano em todos os seus aspetos (físico, emocional e mental).

No capítulo 8 do seu livro "Cura-te a Ti Mesmo", o Dr. Bach reforça a importância de se buscar remédios que possam curar as enfermidades no corpo físico, sem negligenciar o estado mental:

“O dever da arte de curar será o de nos ajudar a adquirir o conhecimento necessário e os meios através dos quais poderemos eliminar as nossas enfermidades e, além disso, administrar remédios que fortalecerão nosso corpo físico e o mental, dando-nos maiores oportunidades de vitória.”

Portanto, os pilares que sustentam a terapia floral tratam do protagonismo do doente no seu processo de cura e de uma abordagem integral do ser, que não descarta os desequilíbrios emocionais no cuidado dos indivíduos.

Os florais serão sempre direcionados aos problemas emocionais do paciente, nunca aos problemas físicos. Por ser uma prática integrativa e complementar, a terapia floral colabora com o tratamento convencional, à medida que equilibra emocionalmente o indivíduo. Assim, sentimentos como ansiedade, medo, tristeza, angústia, apatia, raiva, mágoa, insegurança, baixa autoestima, entre outros, serão tratados com essências florais específicas que despertarão as virtudes necessárias ao restabelecimento da saúde integral. Os florais podem ser administrados oralmente, em cremes e loções, na água do banho ou ainda borrifados no ambiente.

Nas últimas décadas, inúmeros trabalhos científicos foram feitos a respeito das Essências Florais e de Campos de Consciência. Diversos cientistas defenderam dissertações de mestrado e teses de doutorado comprovando a eficácia das essências florais no tratamento de patologias psíquicas (mentais) e físicas. Os trabalhos foram defendidos com êxito e comprovaram definitivamente que os florais não são placebos; para descartar qualquer dúvida a respeito do efeito placebo, algumas destas pesquisas foram mesmo conduzidas em animais e plantas.

Os Florais constituem um método alternativo de tratamento usado largamente na terapêutica de várias patologias em muitos países do mundo. São reconhecidos como tratamento natural pela OMS desde 1956. Embora o mecanismo de ação dos florais ainda não tenha sido elucidado, eles vêm sendo indicados para o tratamento de várias doenças neuropsiquiátricas. 

Os resultados levam-nos a sugerir que os efeitos centrais dos florais avaliados podem ser parcialmente detetados através de modelos farmacológicos utilizados na pesquisa de agentes psicotrópicos. Os resultados obtidos mostram que, o efeito terapêutico dos Florais ainda não foi esclarecido, mas é passível de comprovação científica.

https://jjrterapiaintegrativa.wordpress.com/2017/03/06/atuacao-dos-florais-comprovacao-cientifica/

Para a OMS (2002), os Cuidados Paliativos correspondem a uma abordagem de intervenção que permite melhorar a qualidade de vida dos doentes (e das suas famílias) que enfrentam problemas associados a doenças ameaçadoras da vida, através da prevenção e alívio do sofrimento, pela identificação e tratamento precoce da dor, assim como de outros problemas físicos, psicossociais e espirituais. Os Cuidados Paliativos são sempre prestados por uma equipa e não é possível a um profissional, que trabalhe sozinho, ou não inserido numa equipa de Cuidados Paliativos, afirmar que os presta.

A interpretação do que são estes cuidados, e a quem se dirigem?

As equipas de Cuidados Paliativos podem intervir ao mesmo tempo que as equipas que prestam cuidados curativos, ou que tenham intenção curativa, à pessoa que está doente. Na verdade, as equipas de Cuidados Paliativos podem intervir junto do doente e da sua família desde o momento do diagnóstico. Uma equipa de Cuidados Paliativos é um conjunto de profissionais, com formação específica na área, que trabalha de forma interdisciplinar, acompanhando cada doente e a sua família.

Existem equipas domiciliárias, equipas de internamento ou equipas intra-hospitalares de Cuidados Paliativos. As suas funções podem ser de consultoria a outros serviços, de colaboração na prestação de cuidados a doentes à responsabilidade de diferentes especialidades médicas, ou de prestação de cuidados a doentes à sua exclusiva responsabilidade. Na constituição das diferentes equipas e, em todas, o núcleo central é constituído por Médicos, Enfermeiros, Psicólogos e Técnicos de Serviço Social. Existem, depois, profissionais de outras áreas que podem colaborar com a equipa, tais como Fisioterapeutas, Terapeutas da Fala, Terapeutas Ocupacionais, conselheiros espirituais e religiosos e até voluntários. Para além do trabalho em equipas de Cuidados Paliativos, os Psicólogos intervêm também em áreas relacionadas que envolvem abordagens paliativas.

Estas abordagens correspondem a medidas terapêuticas sem intuito curativo praticadas pelos profissionais que não estão integrados numa unidade/equipa de Cuidados Paliativos e que visam minorar as repercussões negativas da doença sobre o bem-estar global do doente, nomeadamente em situação de doença ameaçadora da vida.

São vários os profissionais que podem contactar com estes doentes e estas famílias. E, mesmo sem estarem integrados numa equipa de Cuidados Paliativos, são chamados a dar resposta às necessidades específicas que estas pessoas apresentam. Neste contexto, o profissional desempenhará uma abordagem paliativa, que pode ser definida como uma medida terapêutica, sem intuito curativo, praticada por profissionais não integrados numa equipa de Cuidados Paliativos, e que visa minorar as repercussões negativas da doença sobre o bem-estar global do doente e da sua família.


A TERAPIA FLORAL NAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES (PICS)

ESTUDO Nº 4: estudo com abordagem qualitativo descritivo exploratório de casos clínicos atendidos no Ambulatório de Oncologia do Hospital das Clínicas da UFPE, com sujeitos de faixa etária de 26 a 76 anos, atendidos voluntariamente e aceitaram participar da pesquisa conforme Termo de Consentimento Livre Esclarecido Resolução 196/196 do Conselho Nacional de Saúde. O atendimento se estendeu aos familiares da pessoa doente.

Título: A Terapia Floral no Cuidado Paliativo a Pacientes Oncológicos no SUS
O Relato apresentado refere-se a um dos casos atendidos dentro da Clínica de Oncologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, no período de maio de 2008 a janeiro de 2013 com Terapia com Essências Florais. Foram atendidas pessoas com qualquer tipo de câncer e de adultos de idades variadas em vários estágios da doença desde a fase inicial do tratamento com quimioterapia, radioterapia, em cuidados paliativos e clínica de curados. este trabalho foi desenvolvido como profissional voluntária especialista em Terapia Floral pela UFPE. Também foi realizada pesquisa qualitativa já concluída em 2009 “A Terapia Floral no Cuidado a pacientes portadores de Câncer na Clínica de Oncologia”Registro no Sisnep Fr n.º 211286 Registro CEP/CCS/UFPE n.º 289/08.

Resultados alcançados do tratamento com Terapia Floral:

  • Diminuição dos níveis de dor principalmente naqueles pacientes na fase de Cuidados Paliativos;
  • Tranquilidade interior em qualquer estágio da doença;
  • Redução do quadro de ansiedade;
  • Auxílio na questão dos quadros de insônia;
  • Maior disposição para viver o dia a dia e retornar a atividade cotidiana;
  • Retorno à convivência familiar e social;
  • Dissipação dos extensores da raiva, impaciência e irritação;
  • Transformação do medo que predomina durante todo o tratamento em coragem para enfrentar o tratamento;
  • Melhora stress, autoestima e Clareza mental;
  • Tratamento das emoções negativas, despertando forças para enfrentar as etapas do tratamento com aumento da imunidade dos pacientes;
  • Menor sensibilidade aos desconfortos provocados pela quimioterapia;
  • Manutenção da dignidade e paz interior da pessoa com câncer;
  • Conforto nas situações terminais;
  • Tratamento das questões emocionais dos familiares que também sofrem com a evolução da doença.

A  experiência demostrou que todos, inclusive a equipe de saúde, necessitavam de atendimento, já que o trabalho diário com o sofrimento humano acarreta conflitos internos nos próprios profissionais de saúde que também adoecem.

ESTUDO Nº 8: as essências florais podem ainda ser combinadas com outros tratamentos e não interferem nos efeitos dos mesmos, visto que, funcionam como um importante catalisador para a cura, quando usadas em conjunto com outros procedimentos, especialmente com a homeopatia (GRAHAM e VLAMIS, 2006)

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